quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Economia da Alemanha cresce 3% em 2011, diz Destatis (Postado por Erick Oliveira)

A economia da Alemanha cresceu 3% em 2011 em relação a 2010, o que permitiu reduzir o déficit público a 1% do Produto Interno Bruto (PIB) e respeitar os critérios de disciplina orçamentária europeia, anunciou o instituto de estatísticas Destatis nesta quarta-feira (11).
Em 2010, a maior economia da Europa registrou um crescimento recorde de 3,7%, com um déficit público de 4,3%.
Em 2011, o consumo aumentou 1,5%. As exportações avançaram 8,2% e o investimento privado em bens de equipamento subiram 8.3%, segundo dados provisórios.
Pela primeira vez desde 2008, o déficit público do PIB voltou a ficar abaixo dos 3% impostos pelos tratados europeus, a 26,7 bilhões de euros, o que representa 1% do PIB.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pavilhão construído por Adolf Hitler em 1935 é demolido em Berlim (Postado por Lucas Pinheiro)

A partir da implosão do teto do prédio, o Deutschlandhalle de Berlim, o pavilhão multiuso construído por Adolf Hitler e palco de apresentações de Rolling Stones e Queen, começa a ser demolido neste sábado.

A detonação ocorreu por volta das 7h (de Brasília), após ser montado um cordão de isolamento de 200 metros ao redor do recinto. Curiosos acompanharam à distância a implosão, que gerou uma grande nuvem de pó.

Depois dessa primeira etapa serão demolidas nas próximas semanas as paredes das 26 naves que formam o complexo, construído em 1935 para ser o maior centro de eventos do mundo. O Deutschlandhalle abrigou feiras e congressos, lutas de boxe - incluindo uma de Mohammed Ali - e shows de bandas como AC/DC, The Who e Jimi Hendrix.

As autoridades de Berlim pretendem erguer no local um novo centro de congressos, orçado em 65 milhões de euros, que deve ficar pronto em 2013. Em 2014 será o vizinho Centro Internacional de Congressos (ICC) que passará por reformas. Esse outro prédio é dos anos 70. A implosão do Deutschlandhalle causou polêmica por moradores que consideravam o prédio como parte da memória do país.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011


9 de novembro: um dia fatídico para a Alemanha

Calendário Histórico

 

Não há outro dia que seja tão significativo para a história da Alemanha. De 1918 a 1989, o 9 de novembro foi a data de vários acontecimentos que marcaram a história do país.

 

Em 9 de novembro de 1989, caiu o Muro de Berlim, um acontecimento de amplas consequências não só para a Alemanha como também para todo o mundo. Menos de um ano depois, a 3 de outubro de 1990, concretizava-se a reunificação da Alemanha, que estivera dividida durante 41 anos em consequência da derrota do país na Segunda Guerra Mundial.
O fim da antiga Alemanha Oriental, de regime comunista, deflagrou o desmoronamento de todos os regimes socialistas na Europa, colocando um ponto final no conflito Leste-Oeste e mudando completamente o mapa político do mundo.
O 9 de novembro de 1989 foi, portanto, um dia que mudou o destino da Alemanha e da Europa. Mas já desde os primórdios do século 20 a data foi marcada por acontecimentos importantes.
No dia 9 de novembro de 1918, o social-democrata Philipp Scheidemann proclamou a República na Alemanha, de uma sacada do Reichstag em Berlim. "A monarquia, essa coisa velha e podre, desmoronou-se. Viva o novo, viva a República alemã!", exclamou ele em discurso dirigido aos trabalhadores e soldados.
Loja em Berlim destruída na Noite dos Cristais
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Loja em Berlim destruída na Noite dos Cristais A jovem democracia enfrentou desde o princípio toda uma série de dificuldades, sendo atacada tanto pela esquerda como pela direita. A 9 de novembro de 1923, os nacional-socialistas de Munique realizaram uma passeata que entrou para a história, em direção ao pavilhão da Feldherrnhalle, no centro da capital bávara, numa tentativa frustrada de golpe contra o governo central. À frente do movimento, encontrava-se o então ainda desconhecido Adolf Hitler, que dez anos mais tarde assumiria o poder na Alemanha, dando início ao processo histórico que culminou na maior catástrofe que já abalou o mundo: a Segunda Guerra Mundial.
No caminho que conduziu a ela, os judeus na Alemanha foram sendo progressivamente privados de seus direitos, antes de ser sistematicamente aniquilados a partir de 1942. Em 9 de novembro de 1938, portanto antes ainda do início da guerra, sinagogas foram incendiadas, lojas de judeus foram assaltadas e saqueadas em toda a Alemanha. Aproximadamente 100 judeus foram assassinados e 26 mil transportados para campos de concentração.
O episódio, que ficou conhecido como Noite dos Cristais, é o mais terrível entre os acontecimentos históricos ocorridos num 9 de novembro. Um contraste maior, em relação ao 9 de novembro de 1989, impossível. (lk)
 
 
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Alemão vence concurso de pôquer em Las Vegas e leva US$ 8,7 milhões (Postado por Erick Oliveira)

O alemão Pius Heinz, de 22 anos, comemora após ter vencido o 'World Series of Poker', na noite de terça-feira (8), em Las Vegas. Prêmio foi de US$ 8,7 milhões. 'Honestamente, não sei o que vou fazer com o dinheiro', disse ele. 'Provavelmente minha família vai ganhar alguns presentes'. 



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Trem sai dos trilhos e fere 50 na Alemanha (Postado por Erick Oliveira)

Bombeiros observam trem que saiu dos trilhos nesta terça-feira (20) em Bad Lausick, próximo a Leipzig, no leste da Alemanha.
 Cerca de 50 pessoas ficaram feridas após um trem regional bater em um carro e sair dos trilhos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dilma é 3ª mulher mais poderosa do mundo


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Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelo vice-presidente Michel Temer
Líder brasileira recebeu posição de destaque em lista elaborada pela revista norte-americana
São Paulo. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), aparece em terceiro lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo, divulgada ontem pela revista Forbes. Dentre elas estão políticas, empresárias e personalidades da mídia e do entretenimento. A lista é encabeçada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, de 57 anos, e em segundo lugar está a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, 63 anos.

A presidente brasileira, de 63 anos, é descrita como a primeira mulher a comandar a maior economia da América Latina. "Dilma Rousseff fez manchetes quando foi eleita para liderar a maior economia da América Latina, mas de muitas maneiras a eleição não foi uma surpresa. É sua trajetória até o cargo que é marcante. Envolvida na política radical da América Latina, ela ficou presa por dois anos", diz o texto da Forbes. Além de Dilma, há outra brasileira no ranking: a modelo Gisele Bündchen, que ficou com a 60ª posição.

Jantar de aproximação
Enquanto no exterior há o glamour de estar entre as mais poderosas, no ambiente interno Dilma enfrenta o desafio de acalmar sua base aliada. Em jantar oferecido na terça-feira pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB), à presidente e ao PMDB no Palácio do Jaburu, a meta era aproximá-la mais ao partido e diluir a crise interna.

De acordo com um dos participantes do jantar, Dilma circulou com desenvoltura e distribuiu simpatia e atenções entre grupos de deputados e senadores. "Foi um gesto significativo de aproximação com o partido", definiu o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).

Envolvido em denúncias, o ministro do Turismo, Pedro Novais, que havia prestado depoimento no Senado à tarde, foi saudado como alguém que não deve virar alvo da "faxina" presidencial num curto espaço de tempo. Entre peemedebistas da cúpula, o sentimento é de que o partido já contribuiu com sua "cota" para a faxina com a demissão de Wagner Rossi do Ministério da Agricultura.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

"Forbes" aponta Angela Merkel como mulher mais poderosa do mundo e Dilma é a terceira
 

A chanceler alemã, Angela Merkel, lidera a lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo divulgada nesta quarta-feira pela revista "Forbes", na qual a presidente Dilma Rousseff aparece na terceira colocação. Merkel recupera assim o trono que perdeu no ano passado para a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que agora ocupa o oitavo posto de uma lista dominada por políticas e empresárias.
A revista "Forbes" coroa a chanceler alemã por sua liderança "indiscutível" na União Europeia (UE), cujo papel considera "fundamental" na busca de uma maior integração da zona do euro e que às vezes se encontra na "nada invejável" posição de ter que "resgatar seus vizinhos".
A segunda mulher mais poderosa do mundo é a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em um ano classificado pelos responsáveis do ranking como "nada fácil" pelas revoluções no mundo árabe e pelo escândalo do vazamento de centenas de milhares de documentos secretos pelo Wikileaks.
A medalha de bronze vai para a presidente brasileira, que aparece na frente da diretora-executiva da PepsiCo, Indra Nooyi (4ª); a diretora-executiva financeira do Facebook, Sheryl Sandberg (5ª); a filantropa americana Melinda Gates (6ª); a política indiana Sonia Gandhi (7ª), Michelle Obama (8ª) a diretora do FMI, Christine Lagarde, (9ª) e a diretora-executiva da Kraft Foods, Irene Rosenfeld (10ª).
A ausência mais sentida nos dez primeiros postos da lista é a da apresentadora americana Oprah Winfrey, que passou da terceira posição para um discreto 14º lugar.
A modelo Gisele Budchen, na 60ª posição, é a outra brasileira do ranking da "Forbes", enquanto a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, aparece em 17ª.
Os responsáveis pela lista dividiram as 100 mulheres mais poderosas do mundo por categorias: política, negócios, imprensa e estilo de vida, onde são incluídas personalidades do mundo do entretenimento, esportes e moda.
Entre as famosas da lista estão as cantoras Lady Gaga (11ª) e Beyoncé Knowles (18ª), a atriz Angelina Jolie (29ª), a rainha Elizabeth II (49ª), a escritora da saga "Crepúsculo", Stephenie Meyer (61ª) e a diretora da revista Vogue, Anna Wintour (69ª).
As 100 mulheres mais poderosas do mundo controlam no total US$ 30 bilhões, têm uma média de idade de 54 anos e 22 delas estão solteiras.
EFE